Cavalieri solta o verbo contra a diretoria do Fluminense: “sentimento ruim”


​Prestes a retornar de suas férias após mais uma temporada (a sétima) defendendo o Fluminense, Diego Cavalieri foi informado por um interlocutor do clube que eles tinham um assunto importante a tratar. O contato seguinte já foi direto com um dirigente, que ligou para informar a ​sua dispensa. Tudo isso quando ainda tinha contrato.

A forma como foi dispensado (e não o fato em si) parece ter magoado o experiente goleiro. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira num bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Diego quebrou o silêncio sobre a incômoda situação:

“Fui pego de surpresa. Mais pelo prazo, pelo o dia que foi (28 de dezembro). Foi o que me deixou mais magoado. Faz parte o clube querer ou não contar com o seu trabalho. Passou dezembro, com todos os clubes fechando elenco. Isso fica complicado. Um Whatsapp um dia antes e uma ligação. Isso magoa. Eu hoje não sento mais para conversar com eles. Claro que tem um sentimento ruim, já que tenho o fato de ter uma história de um bom tempo no clube. A gente sempre procura ser bem profissional, e isso faltou. Não teve profissionalismo da parte delesSei que o responsável por tudo isso foi o presidente Pedro Abad e o Marcelo Teixeira; Para mim, na minha cabeça, é diretamente o presidente. Se os caras tivessem avisado antes, jogado a limpo antes, lá em dezembro, seria tudo de outra forma”, resumiu.

Com vínculo em vigor até dezembro de 2019, Cavalieri tinha aumentos progressivos em seus ganhos e já era um dos maiores salários do clube. Agora, não se descarta que a rescisão se dê de forma litigiosa, indo parar inclusive na Justiça do Trabalho caso não se chegue a um acordo que contemple o interesse de ambas as partes

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