Cavalieri expõe relação ruim entre diretoria e elenco do Fluminense


Diego Cavalieri ​soltou o verbo contra a diretoria do Fluminense. Ele não gostou nem um pouco da forma como foi avisado que não estava mais nos planos do clube. Só que, por trás de suas fortes declarações, está uma frágil e complicada relação estabelecida pela diretoria, comandada por Pedro Abad, com o grupo de atletas. O anúncio da tão falada lista de “dispensáveis” foi só mais um episódio que “coroou” este primeiro ano da gestão tricolor.

Nesta quinta-feira, em coletiva de imprensa, o goleiro citou por diversas vezes o caso do meia Marquinho, que recém havia passado por cirurgia e, mesmo assim, foi colocado no rol daqueles que não mais vestiriam a camisa pó de arroz. Este, para o profissional, foi o caso “mais absurdo”. E a opinião, ao que parece, é corroborada por quem ainda está no vestiário do Flu, segundo o ​Lance!.

“Sempre fui ético e profissional e não foi assim da parte deles. O pior foi com o Marquinho, que estava lesionado e mandaram ele embora. Isso, pra mim, foi o mais absurdo. Não houve nem a preocupação de recuperar o atleta. Não tem condição de conversar com esses caras”, disse Cavalieri, ao responsabilizar o próprio Abad, além de Marcelo Teixeira, diretor da base, por sua saída.

Mas sempre é importante lembrar. Este não foi o primeiro caso que caiu como uma verdadeira bomba internamente. O pagamento antecipado a Gustavo Scarpa (na tentativa de mantê-lo nas Laranjeiras), que sequer se reapresentou, enquanto todo o elenco também possui atrasados a receber, foi criticado pelos jogadores. Sem contar a contratação do atacante Robinho, lá em agosto, por 2 milhões de euros. Na ocasião, o entendimento era de que os débitos existentes everiam ser quitados antes de a diretoria acertar com reforços. E só para constar: as dívidas ainda não foram sanadas.

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