Barca do Flu fragiliza ainda mais política do clube, mas presidente descarta renúncia


​A ‘barca’ de oito jogadores divulgada pelo Fluminense no fim do ano passado causou um desgaste não apenas com a torcida, mas também nos grupos políticos do clube. Quase um mês depois do anúncio, o tema ainda é motivo de polêmica interna e causa divisões políticas nas Laranjeiras, segundo o site ​UOL Esporte.

O projeto da barca tricolor foi capitaneado pelo vice de finanças, Diogo Bueno, que garantiu que o clube teria dinheiro para bancar as rescisões dos oito atletas. O montante viria de um fundo de investimento projetado para levantar recursos, o que não se concretizou. A saída dos jogadores enfureceu torcedores e os próprios dispensados, e ainda pode gerar ao Fluminense uma dívida ainda maior do que a inicialmente calculada.

Com o fracasso do projeto, Bueno ‘sumiu’ e deixou o presidente Pedro Abad ‘sozinho’ para lidar com a crise. Na última semana, o goleiro Diego Cavalieri, um dos dispensados, concedeu entrevista coletiva na qual criticou duramente o mandatário e o gerente da base, Marcelo Teixeira. No dia seguinte, o presidente reconheceu o erro do clube ao tratar das dispensas e pediu desculpas a todos os jogadores.

A insatisfação e a revolta da torcida e de algumas figuras do clube vêm desde o ano passado e os movimentos que pedem a renúncia de Abad crescem cada vez mais. Apesar disso, o presidente descarta qualquer possibilidade de deixar o cargo antes do fim de seu mandato, em dezembro de 2019.


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