Aumento tímido na folha salarial não é impeditivo para Flu trazer Ganso e Nenê


​De R$ 3,1 milhões mensais para R$ 3,5 milhões. Este deve ser o salto da folha salarial do ​Fluminense na comparação entre 2018 e 2019. Mesmo que o número não esteja 100% fechado ainda, não deverá fugir muito deste patamar quando a previsão orçamentária for apresentada para aprovação junto aos conselheiros do clube. E esta pequena diferença em relação à temporada anterior, a princípio, não deve ser impeditivo para as contratações de Paulo Henrique Ganso e Nenê, dois nomes que seriam as chamadas “cerejas do bolo”.

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As saídas de Gum, Júlio César, Sornoza, Jadson, Cabezas, Richard entre outros deram um pouco de fôlego às finanças do Tricolor. Além disso, os jogadores incorporados ao elenco chegaram com um patamar salarial um pouco abaixo na relação com os ex-integrantes do plantel. Soma-se, também, o fato de o clube ter que receber uma compensação pela ida de Sornoza para o Corinthians. Inicialmente, dois jogadores alvinegros seriam envolvidos na negociação, mas isso não ocorreu.

Claro que, em fechando com Ganso e Nenê, um ou outro ajuste ainda deve ser feito. Só que, a princípio, não se trata de nenhum corte drástico. Nas Laranjeiras, a expectativa pela chegada dos meio-campistas é grande, tanto que ninguém esconde o otimismo quando a um final feliz nas tratativas. A princípio, Ganso é quem está mais perto de ser anunciado. O Sevilla, dono de seus direitos econômicos, já concordou em cedê-lo por empréstimo de um ano. Ou seja, faltaria apenas um acordo quanto ao pagamento dos salários, que precisará ser repartido entre os clubes. No caso que envolve Nenê, o Flu aguarda que o próprio atleta dê um sinal positivo sobre uma possível liberação do ​São Paulo para, aí sim, entrar de cabeça na negociação.

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