Além das derrotas: Demissão de Marcelo Oliveira teve outro estopim; confira


Faltando somente quatro dias para a temporada ser oficialmente concluída, ​o Fluminense anunciou na última quinta-feira a demissão de seu trei​nador, Marcelo Oliveira. Mais do que o acúmulo de resultados negativos – oito jogos sem vencer, com nenhum gol anotado -, outros fatores foram fundamentais para a decisão da cúpula tricolor em interromper o trabalho.

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​​De acordo com o ​Lance!, o trabalho do treinador já vinha sendo questionado internamente há algumas semanas, principalmente após os empates sem gols diante de Sport e Ceará, no Maracanã. Entre diversos setores, há um consenso de que a diretoria demorou para sacramentar a decisão, pois já havia indícios concretos de perda de vestiário. 

Mas o que gerou mais incômodo entre torcedores, conselheiros e dirigentes foram as escalações de Marcelo Oliveira. A negligência aos jogadores jovens da base – como Pablo Dyego, Daniel e até mesmo Matheus Alessandro -, unida à insistência junto a nomes questionados como Júnior Dutra, criaram um clima insustentável até mesmo dentro do elenco. O estopim para a demissão veio na partida contra o Atlético-PR pela Sul-Americana, quando o treinador barrou Everaldo, um dos poucos jogadores ‘poupados’ pela torcida.

No próximo domingo (2), o Fluminense joga por um empate contra o América-MG para permanecer na primeira divisão. O auxiliar permanente Fábio Moreno estará à beira da área técnica, comandando o Tricolor Carioca.

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