O que deu certo para o Flu em 2017? A pergunta é fácil de ser respondida…


​O ano terminou, e talvez a pergunta mais fácil de ser respondida no Fluminense é a seguinte: o que deu certo em 2017? Óbvio…nada! E tudo indica que a solução está longe, mas longe mesmo, de ser alcançada.

Se a temporada parecia promissora no início, com um bom Campeonato Carioca, a queda na final diante do Flamengo mostrou a fragilidade de um grupo recheado de jovens valores, mas sem a experiência necessária. Jogadores como o atacante Richarlison e o meio-campista Wendel ganharam notoriedade, só que a grave crise financeira obrigou o Tricolor a se desfazer do primeiro logo de cara – ele já é um dos destaques do Watford, da Inglaterra. Já o volante será companheiro de Neymar no Paris Saint-Germain.

Mesmo entrando dinheiro em caixa, a dívida só cresce, chegando a R$ 440 milhões. Claro, isso acarreta atrasos salariais e contrariedades internas. Tudo piorou, ainda, com os problemas enfrentados por Abel Braga em função da fatídica morte de seu filho – nitidamente, isso o abateu, o que é mais que normal. Por fim, a “conquista” de uma vaga à Sul-Americana do ano que vem depois de até mesmo flertar com o rebaixamento vem, acreditem, no pior momento, quando uma investigação aponta que o clube era cúmplice de algumas facções de torcidas organizadas para a distribuição de ingressos gratuitos. Estes fatos só confirmam por qual razão a pergunta feita no início desta maneira é de fácil resposta.

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