Técnico defende esquema tático adotado no Flu com base no retrospecto


​O esquema com três zagueiros deu certo nas vitórias contra Deportivo Cueca e Chapecoense, mas não surtiu o efeito desejado no último sábado, quando o ​Fluminense acabou derrotado pelo Grêmio, no estádio Nilton Santos, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo após o revés do final de semana, o técnico Marcelo Oliveira se mantém confiante com esta formação.

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Para isso, se baseia nos números. “Nós jogamos quatro jogos com três zagueiros. Levamos dois gols e fizemos seis. O time se mostrou seguro atrás e, ao mesmo tempo, não deixou de chegar à frente”, disse o treinador, ao lembrar também que os atletas estão acostumados ao 3-5-2. “Não é estranho. Eles jogaram assim com o Abel (Braga, ex-técnico) durante cinco meses. Você aumenta a altura média do time em um futebol que aposta muito na bola parada.”

No segundo tempo do duelo de tricolores (​derrota por 1 a 0, com gol de Everton no último lance), Oliveira sacou um dos defensores com o objetivo de dar mais poder de ataque à equipe. Mas, segundo ele, é possível que o time seja ofensivo mesmo atuando na formação original. “Em um esquema com três zagueiros, você pode atacar sempre. Os laterais saem, e os volantes podem dar suporte para meias e atacantes. Ficamos muito seguros no primeiro tempo e demos poucas oportunidades ao Grêmio. A questão da troca veio mais porque o Grêmio estava jogando sem um atacante de referência. Estávamos quase que com dois zagueiros sem ter a quem marcar. A troca foi para deixar o time mais ofensivo, mas também demos mais chances ao adversário”, concluiu.

Na quinta-feira, o Fluminense recebe o Deportivo Cuenca pela rodada de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Após ganhar por 2 a 1 no Equador, pode até perder por 1 a 0 que garante vaga para a sequência do torneio.

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