Ex-jogadores podem acabar salvando ano financeiro do Fluminense; entenda


Vivendo um ano delicado financeiramente, o ​Fluminense vislumbra e se apoia em uma única alternativa: aguardar uma receita “inesperada” que deve pintar em caixa nas próximas semanas. No entanto, devido a incerteza do prazo, a diretoria tricolor evita fazer promessas aos funcionários e atletas, que já somam atrasos salariais pesados.

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​​De acordo com o ​UOL Esportes, as transferências envolvendo Gustavo Scarpa (Palmeiras) e Richarlison (do Watford para o Everton) renderão ao Tricolor Carioca algo próximo a R$ 24 milhões, montante que deve ser suficiente para o clube encerrar a temporada sem dívidas junto aos seus funcionários e jogadores. Não se sabe ao certo, porém, quando os valores referentes a estas negociações cairão nos cofres do clube das Laranjeiras.

Além destas transferências, o Fluminense aposta em outras duas fontes de receita: a venda do jovem atacante João Pedro para o Watford, da Inglaterra, negociação que suprirá a dívida tricolor relativa à compra de Marquinho; e a renda com bilheterias na Sul-Americana, já que o clube está nas quartas e deve levar bons públicos ao estádio nesta reta final de competição.

Atualmente, o Tricolor Carioca deve três meses de direito de imagem aos atletas, além de um mês de carteira assinada. Funcionários com salários inferiores a R$ 4 mil estão com o mês de setembro atrasado, enquanto outros profissionais (regime de pessoa jurídic) não recebem há dois meses.

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