Bagunça pura! Flu analisará contas de 2017 sete meses depois do previsto


​Só há uma palavra para definir esta situação: bagunça. Faltando pouco menos de três meses para o término de 2018, o Conselho Deliberativo do ​Fluminense ainda não apreciou as contas do ano passado. Mas, se nada de “estranho” acontecer, este ato deverá se dar, enfim, na próxima terça-feira.

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A sessão deveria ter ocorrido, como de praxe, em março. Porém, por conta de sucessivos adiamentos, ficou apenas para agora. E, por óbvio, este fato gerou críticas por parte dos oposicionistas ao presidente Pedro Abad. Segundo eles, a direção adotou uma “manobra política” para que ganhasse tempo e, assim, reunisse toda a documentação possível para a sua defesa. Por isso e, também, em função dos números, o encontro da semana que vem promete “fortes emoções”.

O Fluminense tem déficit acumulado de R$ 468,9 milhões e divulgou com atraso o seu balanço por conta de revisão dos números da gestão Peter Siemsen. Este não cumprimento de prazos, inclusive, contraria as regras impostas pelo Profut, programa de modernização da gestão e de responsabilidade fiscal do futebol brasileiro. Dentro de campo, o desempenho tricolor na atual temporada acaba sendo um reflexo da desorganização vinda de fora. Embora esteja avançando na Copa Sul-Americana – nesta quinta-feira, recebe o Deportivo Cuenca podendo até mesmo perder por um gol de diferença para avançar às quartas de final -, ocupa apenas a 10ª colocação no Campeonato Brasileiro, onze pontos diante do G-6.

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