Cena repetida! Dirigentes, mais uma vez, “quebram a cara” com patrocínio máster


​Desde o final de 2014, quando houve o rompimento com a Unimed, o ​Fluminense encontrar sérias dificuldades para se chegar a um acordo para um novo patrocínio máster de seu uniforme. Em meio a contratos fracassados mesmo diante de uma alta expectativa, a realidade aponta algo que nem os dirigentes esperavam.

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Logo após a ruptura com a cooperativa de médicos, o ex-presidente Peter Siemsen fechou um contrato de dois anos com a Viton 44, do ramo de bebidas, com pagamento de R$ 12 milhões na primeira temporada e R$ 24 milhões na segunda. Porém, a parceria chegou ao fim dez meses antes do previsto, com a empresa atrasando os repasses e devendo R$ 10 milhões. Após um acerto, foi dado um desconto de 20% para a quitação do montante.

Em setembro de 2016, Siemsen celebrou um acordo temporário com a TCL, empresa chinesa de eletrônicos, da seguinte forma: “O Fluminense hoje, desculpa, pensa diferente. Ele pensa fora da caixa (…) As empresas têm dado um retorno muito bom para a gente. Estamos conversando com mais ou menos 10 empresas no mercado e vendendo diversas propriedades.” No entanto, o que aconteceu dali em diante foi bem diferente do projetado.

Em 2018, em uma nova tentativa, desta fez encabeçada pelo presidente Pedro Abad, se fechou parceria com a Valle Express, empresa de cartões. O vínculo de dois anos, que renderia R$ 20,1 milhões, durou oito meses e, novamente, houve atraso no pagamento, sendo que o Flu pode cobrar na Justiça, no mínimo, R$ 8,7 milhões.. Em nota enviada ao ​Globoesporte.com, o vice-presidente comercial Ronaldo Barcellos, se posicionou sobre o fato. “O Fluminense avalia alternativas de patrocinadores, desde convencionais até propostas inovadoras, como criptomoedas (moeda digital) e companhias digitais. O clube está buscando aproximação com mercado internacional, principalmente China e mundo árabe”, disse. Será que consegue?

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