Violência no Rio volta a interferir na rotina de treinos do Fluminense

​O Rio de Janeiro tem vivido momentos mais violentos que o normal nos últimos dias em diversas áreas da cidade, e o cenário de guerra, mais uma vez, alterou a rotina do Fluminense. Na última quarta-feira, a atividade da manhã foi cancelada por conta de uma operação policial na Cidade de Deus, comunidade vizinha ao centro de treinamento do clube – o treino da tarde foi mantido.

Conforme apontado pelo site ​UOL Esporte, não é a primeira vez que a violência na cidade do Rio interfere na rotina tricolor. Na última semana, uma entrevista coletiva do diretor de futebol Paulo Autuori foi adiada por conta do fechamento da Linha Amarela devido a tiroteios; antes disso, em dezembro de 2016, ​bandidos invadiram o CT do Flu, mantiveram alguns funcionários como reféns e roubaram equipamentos do clube.

A principal reclamação de quem frequenta o centro de treinamento do Fluminense é a dificuldade para acessar o local. Atualmente, há somente uma via que leva ao CT, e jogadores, funcionários e jornalistas já foram abordados por bandidos diversas vezes neste caminho – criou-se até um ‘código de acesso’ para que atletas e funcionários pudessem passar pela área com mais ‘tranquilidade’.

Seja pobre ou rico, todos convivem com isso no Rio de Janeiro. A cidade está em guerra e ela acontece em todos lugares. As licenças necessárias para a construção da rua (nova via de acesso ao CT) já estão nas mãos do Fluminense, disse o ex-dirigente do Flu, Pedro Antônio, principal financiador do centro de treinamento.

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