Em grave crise financeira, Fluminense adota teto salarial e sofre no mercado


Com ​cinco novos nomes no elenco anunciados até o momento e pelo menos mais uma contratação encaminhada, pode parecer contraditório dizer que o Fluminense tem sofrido no mercado. Enfrentando grave crise financeira, o clube adotou uma política de teto salarial, o que dificultou não só a renovação de alguns jogadores importantes como impediu a negociação por reforços de peso

Segundo o ​UOL, o Tricolor estabeleceu um limite de R$ 150 mil de salário em uma política para reduzir os gastos. ​Por conta disso perdeu o goleiro Júlio Cesar para o Grêmio, que ofereceu uma proposta financeira mais vantajosa. O jogador havia pedido R$ 200 mil mensais. 

Dentre possíveis reforços, o Fluminense tem interesse em Nenê, mas o camisa 10 do São Paulo recebe cerca de R$ 250 mil. Para haver negociação, o Tricolor paulista teria que assumir parte do salário do jogador. 

As negociações com Marquinhos Gabriel, Moisés e Guilherme Parece também não foram adiante por conta do limite salarial estabelecido pelo Flu.

Além do goleiro, o clube carioca perdeu jogadores importantes. Richard e Sornoza foram para o Corinthians; Ayrton Lucas para o Spartak Moscou-RUS; Jadson para o Cruzeiro e Marcos Jr para o Yokohama Marinos-JAP. Já Junior Dutra, Kayke e Cabezas foram dispensados e Gum não acertou uma renovação.

O time base do Flu para a temporada é: Rodolfo; Gilberto, Digão, Ibanez e Marlon; Airton, Bruno Silva, Luiz Fernando, Danielzinho; Everaldo e Luciano. 

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