Flu quer utilizar vendas para quitar dívida com grupo, mas total pode ser insuficiente


​Dentro de campo, o 2018 do ​Fluminense chegou ao fim. Mas, fora dele, ainda há muita coisa por ser encaminhada, principalmente, referente ao débito que a direção tem com o grupo de atletas. Por isso, conta com a entrada referente a vendas de jogadores para quitar a dívida de quatro meses de direitos de imagem, o que totaliza cerca de R$ 4 milhões.

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O lateral-esquerdo Léo Pelé, por exemplo, foi negociado com o São Paulo por R$ 3 milhões. O Flu, que repassou 50% dos direitos, até já recebeu parte do dinheiro. Já o atacante João Pedro, da categoria de base, foi repassado ao Watford, da Inglaterra, mas o total envolvido é mantido em sigilo. O que sabe é que, até o momento, nada entrou nos cofres cariocas. Por sua vez, a ida do volante Richard para o Corinthians irá render cerca de R$ 4 milhões. Por fim, como o lateral-esquerdo Ayrton Lucas está a caminho do Spartak Moscou, da Rússia, também se aguarda mais dinheiro. Do total de R$ 30 milhões, o Tricolor tem direito à metade, sendo que já antecipou R$ 5 milhões.

Existe, porém, um agravante neste panorama. No dia 5, a remuneração de carteira referente ao mês de novembro também irá vencer, enquanto no dia 15 é a vez dos direitos de imagem. No total, a folha mensal do plantel, já contando impostos, gira em torno de R$ 4 milhões. Mas como o clube sofre com a penhora de 15% sobre qualquer receita para regularizar impostos em atraso, não há a certeza de que haverá ingresso suficiente de receitas para chegar ao final do mês com esta situação liquidada. Vale lembrar, também, a necessidade de se pagar 13º e férias.

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