Crise atinge rotina diária do Flu, e funcionários da limpeza param serviço


​Não é de hoje que as dificuldades financeiras atingem diretamente a rotina do ​Fluminense. Também não é segredo para ninguém que o Tricolor tem pendências com a Sanatto, empresa terceirizada que cuida da limpeza das Laranjeiras. No entanto, como não há data prevista para este impasse acabar, vários funcionários da firma seguem sem comparecer ao clube para colocar em prática suas atribuições.

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Os recorrentes atrasos em pagamentos fazem com que o trabalho, normalmente realizado por 60 pessoas, seja levado a cabo por somente 10% deste efetivo. Ou até menos, como já ocorreu em alguns dias da semana passada – na terça-feira, por exemplo, somente quatro nomes compareceram ao serviço. Assim, é preciso que colaboradores do próprio Flu reforcem este trabalho. “O Fluminense tem uma pendência financeira com a empresa e está conversando para sanar a questão”, disse, ao ​Uol Esporte, a assessoria do clube, que fez questão de ressaltou a inexistência de qualquer greve.

Fato é que, no último sábado, foi preciso cancelar uma atividade especial que ocorreria em homenagem ao Dia dos Pais. Ou seja, a falta de pessoal teve influência no funcionamento da sede social da equipe carioca. Sem dinheiro em caixa, o Flu tem débitos com funcionários que ganham mais de R$ 4 mil mensais e também algumas dívidas com a administração do Maracanã por conta de aluguéis atrasados. Mesmo que o balanço do primeiro semestre tenha registrado um lucro de 4 milhões, boa parte em função da venda de jogadores, o presidente Pedro Abad sofre uma ameaça real de impeachment.

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