Calamitoso: Crise financeira atinge alimentação e terceirizados no Fluminense


​Com ​quase ​dois meses de salários atrasados e outros três de direitos de imagem, o Fluminense vive crise financeira de grandes proporções. Recentemente, o clube foi proibido de utilizar as dependências de uma famosa rede de hotéis por inadimplência, e ​quase perdeu o direito de atuar no Maracanã por conta de dívidas ativas com o Consórcio.

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​​Tentando estancar os efeitos colaterais do momento delicadíssimo, a diretoria do clube tem tomado medidas drásticas em seus bastidores. Como destaca o ​UOL Esportes, o corte de gastos promovido pela atual gestão já atinge em cheio os terceirizados que atuam no clube, e também a própria alimentação dos funcionários.

A empresa responsável pelos serviços gerais (limpeza e manutenção) nas Laranjeiras está funcionando apenas com 10% de seu pessoal. O quadro pessoal do clube tem atuado em sistema de rodízio, para diminuir a frequência e, consequentemente, os custos. Além disso, o cardápio oferecido diariamente nas Laranjeiras sofreu reduções: ao invés de duas opções de proteína (carnes), em alguns dias da semana haverá apenas uma opção.

​​Sem master e somando inúmeras investidas fracassadas com patrocinadores, o Fluminense tem fontes de renda extremamente escassas. Não há previsão para a quitação de salários.

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