Flu vê conotação política em atos de violência e promete medidas radicais


​Já virou rotina. A cada reunião do Conselho Deliberativo do ​Fluminense, as ruas no entorno das Laranjeiras e a própria sede do clube viram praça de guerra. Não foi diferente nesta semana. Segundo a direção do clube, as manifestações se dão por questões políticas. Por isso, algumas medidas foram tomadas no intuito de coibir novos atos de violência.

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A partir de agora, haverá reforço na segurança em dia de sessões do conselho. Além disso, haverá solicitação de mais aparato policial. Só que a ação do Tricolor não para por aí. O objetivo é identificar a origem dos protestos e, claro, seus mentores. Internamente, existe a convicção de que pode haver a participação de opositores ao presidente Pedro Abad. Por isso, imagens de câmeras ajudarão nesta identificação e em eventual punição a pessoas que tenham algum vínculo foram com o Flu.

A última confusão começou quando o grupo teve bloqueado o acesso às Laranjeiras. Assim, se utilizaram de bombas e morteiros para fazer arruaça. Janelas foram quebradas, e lixeiras acabaram usadas como instrumento de agressão. O que eles queriam era repassar uma carta com pedido de renúncia de Abad. Além disso, um grupo de conselheiros já reuniu assinaturas suficientes para a instauração de um processo de impeachment, mas o requerimento ainda não foi protocolado. Segundo nota oficial, o clube entregou às autoridades material contendo ameaças, intimidações e incitações à violência visando a eventos futuros. Além disso, “continuará monitorando e compartilhando tais conteúdos, sempre com o objetivo de impedir que essas cenas lamentáveis voltem a acontecer”.

Foto: Mailson Santana / Fluminense / Divulgação

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