Técnico defende presidente do Flu e não vê queda de rendimento por atraso salarial


​Quatro derrotas consecutivas. Depois de flertar com a liderança do Campeonato Brasileiro, o ​Fluminense chegou ao recesso da Copa do Mundo em um momento muito ruim, ocupando a 12ª colocação com apenas 14 pontos, dois a mais que o Bahia, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. Nos bastidores, a situação do clube também é ruim, já que, além da crise política constante, há problemas financeiros que impedem de manter os salários do grupo em dia, tanto no que se refere a direitos de imagem quando a ganhos em carteira. Mesmo assim, o técnico Abel Braga saiu em defesa do presidente Pedro Abad.

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O treinador, inclusive, falou em covardia daqueles que criticam o dirigente neste momento. “É um pouco covarde. Tudo o que aconteceu nesse ano e no ano passado jogam nas costas dele. Em janeiro, quando veio falar da situação do Fluminense, eu disse que ele tinha de explicar. Gosto muito dele, pessoa de alto nível. Mas torcedor quer ver conquista. E nós conquistamos pouco, foram dois títulos pequenos. E isso não basta para o torcedor. É realmente uma situação complexa”, disse.

Para Abelão, a queda de rendimento em nada tem a ver com a falta de pagamento. “Se tivesse afetando, o time não iria correr em campo. Claro que se os direitos de imagem fossem pagos eles teriam mais tranquilidade. Mas não é por aí”, acrescentou. Mesmo assim, o técnico deixou claro que espera reforços para a sequência da temporada. Segundo ele, é preciso deixar de lado a postura cautelosa e ir a fundo no mercado. Desde esta quarta-feira, após o revés de 1 a 0 para o Santos em pleno Maracanã, o grupo está de férias. O retorno aos trabalhos ocorre no dia 26.

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