Guerra política e crise financeira fazem ‘nova vítima’ nos bastidores do Flu


Mais um dirigente deixou o Fluminense nesta semana. O CEO Marcus Vinícius Freire, contratado em agosto de 2017, não faz mais parte da cúpula tricolor.

De acordo com o ​UOL Esportes, o dirigente foi mais uma ‘vítima’ da guerra política que permeia os bastidores do clube. Criticado por opositores por conta de seu alto salário e minado pela crise financeira que assola o Fluminense, Marcus Vinícius se viu isolado e encorpou a lista de profissionais com curtas passagens durante a gestão Abad.

Apesar da saída pouco amistosa, o mandatário evitou pronunciamentos mais contundentes e agradeceu a oportunidade de trabalhar no Fluminense: Foi uma ótima experiência em um novo mercado muito interessante e promissor. Avançamos em algumas frentes e conseguimos atrair ótimos profissionais para nossa equipe de executivos, aos quais agradeço imensamente a contribuição. Vou buscar novos caminhos e desafios, mas afirmo que mesmo de longe estarei torcendo para que o clube encontre o seu equilíbrio”, afirmou.

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