Com dificuldade na logística e sem adaptação à altitude, Flu fala em “jogo de guerreiros”


​A vantagem é boa, mas problemas de logística sempre geram um desconforto. Para avançar na Sul-Americana, o ​Fluminense terá que encarar a altitude de 4.067 metros de Potosí, na Bolívia, onde defenderá a vantagem de 3 a 0 conquistada diante do Nacional no jogo de ida. Porém, a preparação para a partida não será como o clube queria.

A ideia era proporcionar aos atletas uma ambientação em Sucre, situada a 2.800 metros. No entanto, protestos e bloqueios de estrada forçaram o fechamento do aeroporto. Com isso, a delegação ficará em Santa Cruz de la Sierra, ao nível do mar, e subirá para o local do embate apenas momentos antes da partida. “Seria bom termos um contato antes com a altitude, mas o mais importante será a concentração. Temos que manter a posse de bola para não ficarmos correndo à toa”, destacou o volante Richard, que nunca entrou em campo em situações de ar rarefeito.

Devido às condições adversas, mais do que nunca o duelo desta quinta-feira será para colocar em prática uma característica sempre exaltada pelos torcedores da equipe carioca. “Este jogo será de guerreiros. Será aquilo que é a cara do nosso time. Eles (Nacional) já estão acostumados com a altitude. O resultado da ida foi importantíssimo, mas o jogo é muito difícil. Se nós temos a vantagem do placar, eles podem levar vantagem na questão do ambiente”, concluiu. Como curiosidade, Potosí é a terceira cidade mais alta do mundo. Ou seja, em que pese a maior qualidade do Flu, nada é pior do que entrar em campo sem saber se vai conseguir respirar direito.

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