Caso Vinicius Junior é usado como exemplo para pedido de queda de dirigente do Flu


​Campeão da Taça Rio, mas com briga grande nos bastidores. Sim, mesmo com bons resultados recentes dentro de campo para uma equipe que começou o ano afundada em dívidas e se desfazendo de seus principais atletas, o Fluminense não consegue apaziguar os ânimos políticos dentro da própria direção. E a contestação, claro, continua sendo em cima de Marcelo Teixeira, diretor das categorias de base do clube.

O presidente Pedro Abad, mais uma vez, bancou a permanência do dirigente, embora nove dos doze vice-presidentes tenham pedido a sua demissão. Em reunião do Conselho Deliberativo marcada por tensão e ofensas, houve a tentativa de argumentação contra o trabalho de Teixeira, considerado por eles como bastante ruim.

Para isso, utilizou-se até o rival Flamengo como exemplo e, claro, o ​caso Vinicius Junior, negociado para o Real Madrid por 45 milhões de euros antes mesmo de começar a sua trajetória na equipe profissional. Para aqueles que querem derrubar o homem forte da base tricolor, a opinião é de que ele não consegue trazer dinheiro para dentro do Flu. E isso, claro, estaria travando o avanço do clube na tentativa de sanar seus compromissos financeiros e, por consequência, se reerguer também dentro das quatro linhas.

Foto: Mailson Santana / Fluminense FC

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